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dc.contributor.advisorOlchik, Maira Rozenfeldpt_BR
dc.contributor.authorBrendler, Juliana Heitichpt_BR
dc.date.accessioned2025-02-26T06:49:20Zpt_BR
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/287650pt_BR
dc.description.abstractBase teórica: A sarcopenia é um distúrbio comum em pacientes com Doença de Parkinson (DP), associada a piores desfechos como quedas, pior qualidade de vida e mortalidade. As proteínas alimentares interferem na eficácia do tratamento medicamentoso da DP, levando a recomendação de dietas com menor teor proteico. Entretanto, a maior ingestão de proteínas é uma das estratégias de manejo da sarcopenia. A interação entre o consumo proteico e o desenvolvimento de sarcopenia na DP é um assunto ainda não abordado na literatura. Objetivo: Descrever a relação entre sarcopenia e ingestão de proteínas em pacientes com Doença de Parkinson. Métodos: Este estudo transversal incluiu 37 pacientes acompanhados nos ambulatórios de Distúrbios do Movimento e Fono degenerativo do Serviço de Neurologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre com diagnóstico de DP. Os critérios de exclusão foram a presença de outras doenças neurológicas e/ou comprometimento cognitivo avaliado pelo Montreal Cognitive Assessment (MoCA). Foram coletados dados sociodemográficos e clínicos. A sarcopenia foi avaliada utilizando o questionário SARC-F associado a medida de força de preensão palmar (FPP). O consumo alimentar foi coletado por meio de um registro alimentar de 3 dias não consecutivos, e o estado nutricional foi avaliado pelo Índice de Massa Corporal (IMC), Mini Avaliação Nutricional (MNA-SF) e circunferência da panturrilha (CC). Resultados: A sarcopenia foi identificada em 32,4% (n=12) da amostra. Entre os participantes, 56,8% eram mulheres, com 64,4 ±9,7 anos, e tempo de doença de 11,6 ±6,1 anos. O consumo alimentar apresentou-se similar entre os indivíduos sarcopênicos e não sarcopênicos, no entanto, o consumo de vitaminas B3 (p=0,019) e B12 (p=0,023) foi mais baixo no grupo com sarcopenia. O IMC médio foi de 27,1 ±5,27kg/m². De acordo com a MNA-SF, 45,9% dos indivíduos estavam em risco de desnutrição e a partir da CC, 27% da amostra apresentou baixa massa muscular. No geral, o consumo alimentar se mostrou inadequado em comparação às recomendações para população, com alto consumo de carboidratos e baixo de proteínas, vitamina D e vitaminas do complexo B. Conclusão: A ingestão proteica foi semelhante entre os grupos sarcopênicos e não sarcopênicos. O consumo alimentar não foi diretamente associado à presença de sarcopenia em pacientes com DP, sugerindo que outros fatores podem contribuir para a sarcopenia nessa população.pt_BR
dc.description.abstractBackground: Sarcopenia is a common disorder in patients with Parkinson's disease (PD), associated with worse outcomes such as falls, reduced quality of life, and increased mortality. Dietary proteins can interfere with the effectiveness of PD medications, leading to recommendations for low-protein diets. However, higher protein intake is one of the strategies for managing sarcopenia. The interaction between protein consumption and the development of sarcopenia in PD has not yet been explored in the literature. Objective: To describe the relationship between sarcopenia and protein intake in patients with Parkinson's Disease. Methods: The cross-sectional study included 37 patients diagnosed with PD, from the Movement Disorders and Degenerative Adult Speech outpatient clinics of the Neurology Service at Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Exclusion criteria included the presence of other neurological diseases and/or cognitive impairment assessed by the Montreal Cognitive Assessment (MoCA). Sociodemographic and clinical data were collected. Sarcopenia was assessed using the SARC-F questionnaire combined with handgrip strength measurements. Dietary intake was evaluated through a 3-day non-consecutive food record, and nutritional status was assessed using Body Mass Index (BMI), the Mini Nutritional Assessment Short Form (MNA-SF), and calf circumference (CC). Results: Sarcopenia was identified in 32.4% (n=12) of the sample. Among participants, 56.8% were women, with a mean age of 64.4 ±9.7 years and a disease duration of 11.6 ±6.1 years. Dietary intake was similar between sarcopenic and non-sarcopenic individuals; however, intake of vitamins B3 (p=0.019) and B12 (p=0.023) was significantly lower in the sarcopenic group. The mean BMI was 27.1 ± 5.27 kg/m². Based on the MNA-SF, 45.9% of the individuals were at risk of malnutrition, and 27% of the sample showed low muscle mass according to CC measurements. Overall, dietary intake was inadequate compared to population recommendations, with high carbohydrate consumption and low intake of proteins, vitamin D, and B-complex vitamins. Conclusion: Protein intake was similar between sarcopenic and non-sarcopenic groups. Dietary intake was not directly associated with the presence of sarcopenia in PD patients, suggesting that other factors may contribute to sarcopenia in this population.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectDoença de Parkinsonpt_BR
dc.subjectParkinson’s diseaseen
dc.subjectProteínas alimentarespt_BR
dc.subjectSarcopeniaen
dc.subjectDietary intakeen
dc.subjectSarcopeniapt_BR
dc.subjectIngestão de alimentospt_BR
dc.subjectNutritional statusen
dc.subjectSocioeconomic parametersen
dc.subjectEstado nutricionalpt_BR
dc.subjectFatores socioeconômicospt_BR
dc.titleSarcopenia e consumo proteico em pacientes com doença de Parkinsonpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001242381pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentFaculdade de Medicinapt_BR
dc.degree.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina: Ciências Médicaspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2024pt_BR
dc.degree.levelmestradopt_BR


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