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dc.contributor.authorPianca, Eduardo Gattipt_BR
dc.contributor.authorFoppa, Murilopt_BR
dc.contributor.authorSchmitz, Giulia Bevilacquapt_BR
dc.contributor.authorCañon-Montañez, Wilsonpt_BR
dc.contributor.authorDuncan, Bruce Bartholowpt_BR
dc.contributor.authorSantos, Ângela Barreto Santiagopt_BR
dc.date.accessioned2026-02-21T07:57:09Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.issn0066-782Xpt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/301755pt_BR
dc.description.abstractFundamento: O comprometimento da função do ventrículo esquerdo (VE) e do ventrículo direito é um importante preditor de risco cardiovascular. O strain longitudinal global (SLG) fornece sensibilidade superior para avaliar a função sistólica em comparação aos parâmetros tradicionais, aumentando a precisão diagnóstica em várias condições cardíacas. No entanto, faltam valores de referência para SLG em diversas populações. Objetivos: Estabelecer valores de referência para SLGVE e strain longitudinal da parede livre do ventrículo direito (SLPLVD) em uma população multiétnica brasileira sem fatores de risco cardiovascular ou doença. Também exploramos como fatores clínicos e ecocardiográficos influenciam a distribuição do SLG, abordando uma lacuna nas diretrizes globais que geralmente dependem de dados de populações homogêneas ou geograficamente distantes. Métodos: Incluímos 1.048 participantes da coorte ELSA-Brasil que foram submetidos à ecocardiografia com análise do SLG. Uma subamostra saudável (n = 527) foi definida pela exclusão de indivíduos com doença cardiovascular ou renal, hipertensão ou diabetes para estabelecer intervalos de referência do SLG. A prevalência de SLG anormal foi avaliada, e foram identificados fatores associados à redução de SLGVE e SLPLVD. A significância estatística foi definida como p < 0,05. Resultados: Na subamostra saudável (idade média de 50,2 anos, 59% do sexo feminino), a média de SLGVE foi de 19,0% (intervalo de confiança de 95%: 14,3 a 23,8), e a média de SLPLVD foi de 28,3% (intervalo de confiança de 95%: 22,3 a 34,3). As mulheres exibiram valores mais altos de SLGVE e SLPLVD do que os homens, sem diferenças significativas relacionadas à idade. Valores anormais de SLGVE e SLPLVD foram observados em 3,8% e 1,6% dos participantes, respectivamente. O SLGVE mais baixo foi associado à obesidade, hipertensão e diabetes; o SLPLVD reduzido foi correlacionado com maior índice de massa corporal e massa do VE. Conclusões: Propomos valores de referência para SLGVE e SLPLVD em uma grande coorte brasileira, destacando associações com comorbidades cardiovasculares e estrutura ventricular.pt_BR
dc.description.abstractBackground: Impaired left ventricular (LV) and right ventricular functions are important predictors of cardiovascular risk. Global longitudinal strain (GLS) provides superior sensitivity for assessing systolic function compared to traditional parameters, enhancing diagnostic accuracy in various cardiac conditions. However, GLS reference values in diverse populations are lacking. Objectives: To establish reference values for LVGLS and right ventricular free wall longitudinal strain (RVFWLS) in a Brazilian multiethnic population without cardiovascular risk factors or disease. We also explore how clinical and echocardiographic factors influence GLS distribution, addressing a gap in global guidelines that often rely on data from homogeneous or geographically distant populations. Methods: We included 1,048 participants from the ELSA-Brasil cohort who underwent echocardiography with GLS analysis. A healthy subsample (n = 527) was defined by excluding individuals with cardiovascular or renal disease, hypertension, or diabetes to establish GLS reference ranges. The prevalence of abnormal GLS was assessed, and factors associated with reduced LVGLS and RVFWLS were identified. Statistical significance was defined as p < 0.05. Results: In the healthy subsample (mean age 50.2 years, 59% female), mean LVGLS was 19.0% (95% confidence interval: 14.3 to 23.8) and RVFWLS was 28.3% (95% confidence interval: 22.3 to 34.3). Females exhibited higher LVGLS and RVFWLS values than males, with no significant age-related differences. Abnormal LVGLS and RVFWLS were observed in 3.8% and 1.6% of participants, respectively. Lower LVGLS was associated with obesity, hypertension, and diabetes; reduced RVFWLS correlated with higher body mass index and LV mass. Conclusions: We propose reference values for LVGLS and RVFWLS in a large Brazilian cohort, highlighting associations with cardiovascular comorbidities and ventricular structure.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofArquivos brasileiros de cardiologia. São Paulo. Vol. 122, n. 6 (2025), e20240634, 15 p.pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectDeformação longitudinal globalpt_BR
dc.subjectGlobal longitudinal strainen
dc.subjectHeart ventriclesen
dc.subjectVentrículos do coraçãopt_BR
dc.subjectCohort studiesen
dc.subjectEstudos de coortespt_BR
dc.subjectEcocardiografiapt_BR
dc.subjectEchocardiographyen
dc.subjectVentricular functionen
dc.subjectFuncao ventricularpt_BR
dc.titleStrain ventricular em uma população adulta brasileira do estudo ELSA-Brasil : valores de referência e seus determinantespt_BR
dc.title.alternativeLeft and right ventricular strain in an adult Brazilian population from ELSA-Brasil study : reference values and their determinantsen
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001297589pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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