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dc.contributor.authorBraga, Fabríciopt_BR
dc.contributor.authorEspinosa, Gabrielpt_BR
dc.contributor.authorGonçalves, Amanda Monteiropt_BR
dc.contributor.authorMilani, Mauriciopt_BR
dc.contributor.authorPaiva, Julianapt_BR
dc.contributor.authorMilani, Juliana Goulart Prata Oliveirapt_BR
dc.contributor.authorFranzoni, Leandro Tolfopt_BR
dc.contributor.authorStein, Ricardopt_BR
dc.contributor.authorCipriano Junior, Gersonpt_BR
dc.contributor.authorGurgel, Jonaspt_BR
dc.contributor.authorRocha, Ricardo Mourilhept_BR
dc.date.accessioned2026-02-21T07:58:50Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.issn0066-782Xpt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/301779pt_BR
dc.description.abstractFundamento: A pandemia de covid-19 afetou milhões de pessoas em todo o mundo, com impactos persistentes que se estendem além da fase aguda. Um desses efeitos é a condição conhecida como pós-covid (ou covid longa), caracterizada por sintomas como fadiga e intolerância ao exercício com duração superior a 60 dias. Embora o exercício físico regular esteja associado à redução do risco de desfechos graves, relatos de queda no desempenho atlético após a infecção — mesmo entre indivíduos altamente ativos (IAAs) — têm gerado preocupações quanto aos efeitos de longo prazo sobre a saúde física. O teste de esforço cardiopulmonar (TECP) é uma ferramenta valiosa para avaliar a intolerância ao exercício e investigar as consequências metabólicas e ventilatórias da covid-19. Objetivo: Avaliar o impacto da covid-19 na função cardiopulmonar de IAAs por meio da análise das respostas metabólicas e ventilatórias obtidas em TECP realizado antes e após a infecção. Métodos: Foram analisados retrospectivamente dados de TECP de IAAs de ambos os sexos. Os desfechos primários incluíram alterações no consumo máximo de oxigênio (V̇ O2 pico) e na eficiência ventilatória (relação V̇ E/V̇ CO2 ). O nível de significância estatística foi estabelecido em 5% (p<0,05). Resultados: Foram incluídos 43 IAAs (72,1% do sexo masculino; 44 ± 10 anos). O intervalo mediano entre os testes foi de 479 dias, sendo o segundo TECP realizado em média 44 ± 27 dias após a infecção por covid-19. Observou-se uma redução média de 1,5 ml/kg/min no V̇ O2 pico (p=0,017), correspondendo a uma diminuição de 3,84% nos valores previstos de V̇ O2 pico (p=0,045). A relação V̇ E/V̇ CO2 aumentou em média 1,2 (p=0,017). Conclusão: Embora os IAAs não sejam imunes aos efeitos da covid-19, seu elevado nível basal de atividade física parece conferir uma considerável resiliência cardiopulmonar. As alterações observadas após a infecção foram mínimas, sugerindo que a manutenção da aptidão física pode oferecer benefícios protetores contra sequelas prolongadas da doença.pt_BR
dc.description.abstractBackground: The COVID-19 pandemic has affected millions globally, with persistent impacts extending beyond the acute phase. One such effect is post-COVID (long COVID), characterized by symptoms such as fatigue and exercise intolerance lasting more than 60 days. Although regular exercise is associated with reduced risk of severe outcomes, reports of decreased athletic performance after COVID-19 — even among highly active individuals (HAIs) — have raised concerns regarding the long-term effects on physical health. Cardiopulmonary exercise testing (CPET) is a valuable tool to assess exercise intolerance and to investigate the metabolic and ventilatory consequences of COVID-19. Objectives: To evaluate the impact of COVID-19 on cardiopulmonary function in HAIs by analyzing metabolic and ventilatory responses using CPET before and after infection. Methods: CPET data were retrospectively analyzed from HAIs of both sexes. Primary outcomes included changes in peak oxygen uptake (V̇ O2 peak) and ventilatory efficiency (V̇ E/V̇ CO2 slope). Statistical significance was set at 5% (p<0.05). Results: A total of 43 HAIs (72.1% male; 44 ± 10 years) were included. The median interval between CPETs was 479 days, with testing performed a mean of 44 ± 27 days after COVID-19. V̇ O2 peak decreased by a mean of 1.5 mL/kg/min (p=0.017), representing a 3.84% reduction in predicted V̇ O2 peak values (p=0.045). V̇ E/V̇CO2 slope increased by 1.2 (p=0.017). Conclusion: Although HAIs are not immune to the effects of COVID-19, their high baseline physical activity levels appear to confer substantial cardiopulmonary resilience. Only minimal post-infection alterations were observed, which suggests that maintaining fitness may provide protective benefits against long-term sequelae of COVID-19.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofArquivos brasileiros de cardiologia. São Paulo. Vol. 122, n. 9 (2025), e20250094, 7 p.pt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectCardiorespiratory fitnessen
dc.subjectAptidão cardiorrespiratóriapt_BR
dc.subjectExerciseen
dc.subjectExercício físicopt_BR
dc.subjectTeste de esforçopt_BR
dc.subjectExercise testen
dc.subjectAthletic performanceen
dc.subjectDesempenho atléticopt_BR
dc.subjectCOVID-19pt_BR
dc.titleResiliência cardiopulmonar em indivíduos altamente ativos : análise de testes de esforço cardiopulmonar pré e pós-COVID-19pt_BR
dc.title.alternativeCardiopulmonary resilience in highly active individuals : pre–post COVID-19 cardiopulmonary exercise testing analysisen
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.identifier.nrb001297522pt_BR
dc.type.originNacionalpt_BR


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