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dc.contributor.advisorSantarem, Michelle Dornellespt_BR
dc.contributor.authorAndrade, Gabriela Guimarãespt_BR
dc.date.accessioned2025-12-06T08:01:44Zpt_BR
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/299793pt_BR
dc.description.abstractObjetivos: Construir e validar um checklist para transporte seguro de pacientes críticos no serviço de emergência. Métodos: Estudo com duas partes, a primeira um estudo metodológico composto pela construção de checklist e validação por 34 experts na área. Foi considerado válido o item com concordância mínima de 80%, a partir do Índice de Validação de Conteúdo e teste binomial (p > 0,05). Já a segunda etapa foi um estudo transversal de análise prospectiva, analítico-descritivo, com abordagem quantitativa dos dados, a partir de dados coletados de 34 pacientes admitidos no serviço de emergência, que internaram na unidade vermelha ou box de estabilização e que necessitaram de transporte intra-hospitalar, a partir de julho até outubro de 2022. Resultados: O instrumento foi validado pelos 34 profissionais experts que avaliaram o checklist. O checklist possuiu 6 categorias pertinentes aos cuidados que devem ser verificados antes de um transporte intra-hospitalar, totalizando 58 itens a serem checados. Dos 58, apenas 9 itens não obtiveram IVC maior ou igual a 80%, porém todos tiveram o teste binomial p > 0,05. Além disso, dos 34 pacientes, 52,9% eram mulheres, brancas (41,2%), com escolaridade de 10 a 12 anos de estudo (42,9%), que não possuíam companheiro (a) (70,2%) e eram do interior do estado (47,1%), sendo a média de idade de 62,2 anos (± 14,2). 44,1% pacientes não apresentaram fluxograma, discriminador ou gravidade em sua admissão. Dos transportes 53,6% partiram do Box de Estabilização. A mediana do MEWS foi de 2,5 pontos. Dos pacientes, 50% apresentaram uma internação prolongada, com uma média de permanência na emergência de 3,5 dias e apenas 7 precisaram de leito em UTI. O óbito ocorreu em 12,6% pacientes. Acidente vascular cerebral (14,1%) foi o CID mais prevalente de internação. Conclusão: O checklist foi considerado válido quanto ao conteúdo e pode ser utilizado para realizar um transporte seguro de pacientes críticos admitidos a partir de um serviço de emergência. Além disso, nosso estudo evidenciou, os pacientes que mais demandam transportes intra-hospitalares nas unidades críticas da emergência.pt_BR
dc.description.abstractPurpose: Build and validate a checklist for the safe transport of critically ill patients in the emergency service. Methods: Study with two parts, the first a methodological study consisting of the construction of a checklist and validation by 34 experts in the area. An item with a minimum agreement of 80% was considered valid, based on the Content Validation Index and binomial test (p > 0,05). The second stage was a cross-sectional study of prospective, analytical-descriptive analysis, with a quantitative approach to the data, based on data collected from 34 patients admitted to the emergency service, who were hospitalized in the red unit or stabilization box and who needed transport. in-hospital, from July to October 2022. Results: The instrument was validated by the 34 professional experts who evaluated the checklist. The checklist had 6 categories relevant to the care that must be checked before intra-hospital transport, totaling 58 items to be checked. Of the 58, only 9 items did not have a IVC greater than or equal to 80%, but all had the binomial test p > 0.05. In addition, of the 34 patients, 52.9% were women, white (41.2%), with 10 to 12 years of schooling (42.9%), who did not have a partner (70.2% ) and were from the interior of the state (47.1%), with a mean age of 62.2 years (± 14.2). 44.1% of patients did not have a flowchart, discriminator or severity on admission. The transports, 53.6% departed from the Stabilization Box. The MEWS median was 2.5 points. Of the patients, 50% had a prolonged hospital stay, with an average stay in the emergency room of 3.5 days and only 7 needed an UTI. Death occurred in 12.6% of the patients. Stroke (14.1%) was the most prevalent CID of hospitalization. Conclusion: The checklist was considered valid in terms of content and can be used to safely transport critically ill patients admitted from an emergency service. In addition, our study showed the patients who most demand intra-hospital transport in critical emergency units.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectCritical careen
dc.subjectCuidados críticospt_BR
dc.subjectTransporte de pacientespt_BR
dc.subjectTransportation of patientsen
dc.subjectLista de checagempt_BR
dc.subjectChecklisten
dc.subjectSegurança do pacientept_BR
dc.subjectPatient safetyen
dc.subjectEmergency service, hospitalen
dc.subjectServiço hospitalar de emergênciapt_BR
dc.titleConstrução e validação de checklist para transporte seguro de pacientes críticos no serviço de emergênciapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.contributor.advisor-coCosta, Jaqueline Pereira dapt_BR
dc.identifier.nrb001297907pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentEscola de Enfermagempt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2022pt_BR
dc.degree.graduationEnfermagempt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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