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dc.contributor.advisorFirmino, Larissa Corrêapt_BR
dc.contributor.authorSilva, Joanna Pereira dapt_BR
dc.date.accessioned2026-01-21T07:55:16Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/300480pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho analisa as representações imagéticas sobre a África presentes em livros didáticos de Geografia, tomando como base quatro obras disponibilizadas pelo Plano Nacional do Livro Didático (PNLD). A pesquisa se fundamenta em uma perspectiva comprometida com princípios antirracistas, buscando compreender de que maneira o imaginário geográfico sobre o continente africano é construído e reproduzido por meio das imagens selecionadas nesses materiais. O estudo parte do entendimento de que os livros didáticos desempenham um papel central na formação de percepções, valores e conhecimentos entre estudantes, o que torna fundamental investigar se essas obras contribuem para a superação de estereótipos ou se, ao contrário, reforçam visões distorcidas e coloniais. Os resultados apontam que, embora haja avanços em relação a períodos anteriores nos quais a África era representada de forma ainda mais limitada e estigmatizada, as imagens analisadas continuam a reproduzir, de maneira recorrente, elementos que desvalorizam e desumanizam o continente africano e suas populações. Persistem representações que destacam a sensação de pena, dificultando a construção de uma visão plural, complexa e positiva. Assim, apesar das melhorias observadas, o caminho para uma valorização plena da cultura africana, para a total humanização das pessoas negras e para a desconstrução efetiva do racismo e do colonialismo ainda é extenso e exige mudanças contínuas e profundas.pt_BR
dc.description.abstractThis study examines how Africa is visually represented in four Geography textbooks distributed through Brazil’s National Textbook Program (PNLD). Grounded in an anti-racist perspective, the research investigates how the geographical imaginary about the African continent is constructed through the images selected in these materials. The study recognizes that textbooks play a key role in shaping students’ perceptions and knowledge, making it essential to determine whether these works help challenge stereotypes or reinforce distorted, colonial views. The findings show that, although some progress has been made compared to earlier editions, when Africa was portrayed in even more limited and stigmatizing ways, the images still frequently convey elements that devalue and dehumanize the continent and its people. Representations that evoke pity remain common, hindering the development of a more complex, plural, and positive understanding of Africa. Thus, despite noted improvements, achieving full appreciation of African cultures, complete humanization of Black people, and the effective dismantling of racism and colonialism remains a long and ongoing process.en
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectGeografia escolarpt_BR
dc.subjectTextbooken
dc.subjectLivro didáticopt_BR
dc.subjectAnti-racist educationen
dc.subjectEducação antirracistapt_BR
dc.subjectImagesen
dc.subjectÁfricapt_BR
dc.subjectEducationen
dc.title"Só é feliz quem realmente sabe que África não é um país" : representações do continente africano nos livros didáticos de Geografiapt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001299940pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.graduationGeografia: Licenciaturapt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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