Sintomas de ansiedade, depressão e estresse em professores da rede municipal de Porto Alegre
| dc.contributor.advisor | Tavares, Juliana Petri | pt_BR |
| dc.contributor.author | Silva, Laura Betina Lucca da | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-02-10T06:56:21Z | pt_BR |
| dc.date.issued | 2025 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10183/301146 | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: A capital gaúcha apresenta uma rede robusta de educação, com centenas de escolas, divididas em níveis de educação. Porém ser professor traz diversos desafios e um deles diz respeito ao sofrimento mental docente diretamente relacionado às condições e à organização de sua prática profissional. Esse conjunto de estressores ocupacionais se manifesta em diagnósticos específicos, com destaque para a alta prevalência de ansiedade, depressão e estresse. Objetivo: Avaliar os sintomas de ansiedade, depressão e estresse e as características sócio laborais e de saúde em professores da rede municipal de ensino de Porto Alegre. Método: O estudo quantitativo, do tipo transversal, realizado com os professores da rede municipal de ensino de Porto Alegre. A coleta de dados ocorreu exclusivamente por meio virtual, através de formulários online, utilizando a plataforma Google Forms, com questionários sociodemográficos e laborais, além da aplicação da escala DASS-21, que mede os níveis de ansiedade, estresse e depressão desses profissionais.Os dados foram compilados em planilhas do programa Google Sheets e posteriormente analisados com auxílio do Programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS). Foi realizado teste de normalidade de Kolmogorov-smirnov para avaliar se as variáveis eram paramétricas ou não paramétricas. Para avaliar as associações foi considerado valor de p<0,05. Trabalho aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa, sob o CAEE: 80888224.6.3001.5338. Resultados: A amostra total foi composta por 357 professores, composta majoritariamente por mulheres (84,3%) e indivíduos de cor/raça branca (77,5%), com média de 45 anos de idade. Além disso, a maioria declarou-se casada (59,3%) e possuía mediana de 1 filho. Em relação à escolaridade, houve predomínio de professores com pós-graduação completa (88,2%). 22,1% apresentaram sintomas severos de ansiedade, 30,8% sintomas moderados de depressão e 20,4% sintomas severos de estresse. Variáveis como violência, obesidade, distúrbios e qualidade do sono, além do impacto da enchente, tiveram associação positiva com todos os sintomas. Conclusão: professores apresentam uma elevada percentagem de sintomas de ansiedade, depressão e estresse, relacionados a diferentes contextos sociais e laborais aos quais estão expostos. | pt_BR |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.rights | Open Access | en |
| dc.subject | Docentes | pt_BR |
| dc.subject | Saúde ocupacional | pt_BR |
| dc.subject | Ansiedade | pt_BR |
| dc.subject | Depressão | pt_BR |
| dc.subject | Estresse ocupacional | pt_BR |
| dc.subject | Porto Alegre (RS) | pt_BR |
| dc.title | Sintomas de ansiedade, depressão e estresse em professores da rede municipal de Porto Alegre | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de conclusão de graduação | pt_BR |
| dc.identifier.nrb | 001300083 | pt_BR |
| dc.degree.grantor | Universidade Federal do Rio Grande do Sul | pt_BR |
| dc.degree.department | Escola de Enfermagem | pt_BR |
| dc.degree.local | Porto Alegre, BR-RS | pt_BR |
| dc.degree.date | 2025 | pt_BR |
| dc.degree.graduation | Enfermagem | pt_BR |
| dc.degree.level | graduação | pt_BR |
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