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dc.contributor.advisorTettamanzy, Ana Lúcia Liberatopt_BR
dc.contributor.authorPerdomo, Nidiane Saldanhapt_BR
dc.date.accessioned2025-11-01T07:59:15Zpt_BR
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10183/298553pt_BR
dc.description.abstractO livro Borderlands/La Frontera: The new mestiza (2016), escrito pela escritora chicana Gloria Anzaldúa, apresenta o conceito de “Identidade mestiza” para abordar as especificidades da cultura existente na região de fronteira entre o México e os Estados Unidos. A obra que mescla os gêneros autobiografia com ensaio e ficção também se apresenta multilíngue ao saltar entre vários idiomas. O trabalho aponta aproximações entre a abordagem de autohistória e território de Anzaldúa e o conceito de corpo-território presente na obra de Rita Segato (2018) e no manifesto das mulheres indígenas brasileiras. Analisa a proposição de identidade como resistência e o multilinguismo defendido em Borderlands/La Frontera: The new mestiza, estabelecendo relações com os conceitos de Silvia Cusicanqui (2010) e Antônio Bispo dos Santos (2023). O trabalho segue a metodologia da confluência de saberes, aproximando teorias que compartilham das cosmologias da terra, e propõe a ampliação da utilização do conceito de “identidade mestiza” para compreender as questões complexas que ocorrem em outras fronteiras mais ao sul, como é o caso da região oeste do estado do RS.pt_BR
dc.description.abstractEl libro Borderlands/La Frontera: The new mestiza (2016) de la escritora chicana Gloria Anzaldúa introduce el concepto de “Identidad mestiza” para abordar las especificidades culturales que emergen en la zona de frontera entre México y Estados Unidos. Esta obra que mezcla los géneros autobiográfico, ensayo y ficción, también presentase multilíngue tras alternar entre vários idiomas. El trabajo señala aproximaciones entre el enfoque de auto-história y território de Anzaldúa e el concepto de cuerpo-território presente en la obra de Rita Segato (2018) bien como en el manifiesto de las mujeres indígenas brasileñas. Analiza la proposición de identidad como resistencia y el multilingüismo defendido en Borderlands/La Frontera: The new mestiza, estableciendo relaciones con los conceptos de Silvia Cusicanqui (2010) y Antônio Bispo dos Santos (2023). El trabajo sigue la metodología de la confluencia de saberes, acercando teorías que comparten de las cosmologías de la tierra, proponiendo ampliar el uso del concepto de “identidad mestiza” para comprender las cuestiones complejas alrededor del tema que ocurren en otras fronteras aún más al sur, como es el caso de la región oeste del Rio Grande do Sul.es
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsOpen Accessen
dc.subjectAnzaldúa, Gloriapt_BR
dc.subjectIdentidad mestizaes
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.subjectFronterases
dc.subjectAutobiografiapt_BR
dc.subjectIdentidadept_BR
dc.titleA borda do arame farpado em duas fronteiras : a identidade mestiza de Gloria Anzaldúa em Borderlands/La Frontera: the new mestiza (2016)pt_BR
dc.typeTrabalho de conclusão de graduaçãopt_BR
dc.identifier.nrb001295730pt_BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.degree.departmentInstituto de Letraspt_BR
dc.degree.localPorto Alegre, BR-RSpt_BR
dc.degree.date2025pt_BR
dc.degree.graduationLetras: Português e Espanhol: Licenciaturapt_BR
dc.degree.levelgraduaçãopt_BR


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