Fatores preditores e desfechos de recém-nascidos prematuros para alta hospitalar com alimentação por sonda
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Data
2024Orientador
Nível acadêmico
Graduação
Assunto
Resumo
Objetivo: Verificar os fatores preditores de recém-nascidos prematuros (RNPT) que tiveram alta hospitalar com alimentação por sonda e o desfecho clínico da alta da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) com alimentação por sonda por meio da escala ASHA Noms. Métodos: Trata-se de um estudo de coorte retrospectivo de RNPT que tiveram alta hospitalar com e sem via alternativa de alimentação. Resultados: Foram analisados 180 prontuários desses 100 RNPT que tiveram alta com sonda e 80 RNPT que ...
Objetivo: Verificar os fatores preditores de recém-nascidos prematuros (RNPT) que tiveram alta hospitalar com alimentação por sonda e o desfecho clínico da alta da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) com alimentação por sonda por meio da escala ASHA Noms. Métodos: Trata-se de um estudo de coorte retrospectivo de RNPT que tiveram alta hospitalar com e sem via alternativa de alimentação. Resultados: Foram analisados 180 prontuários desses 100 RNPT que tiveram alta com sonda e 80 RNPT que tiveram alta sem sonda. Os fatores preditores significativos para uso de via alternativa de alimentação após alta hospitalar foram: peso ao nascer (p=0,013), displasia broncopulmonar (p=0,013), sepse tardia (p<0,000), enterocolite necrosante (p 0,000), malformações intestinais (p<0,000), de via aérea ou cardiopatia (p 0,000) e estruturais (p 0,000), hemorragia intraperiventricular grau III (p<0,000) e IV (p <0,000), cirurgia de persistência de canal arterial (p<0,001) e ventilação mecânica (p 0,000). Esses fatores foram associados ao ASHA NOMS na última avaliação fonoaudiológica antes da alta hospitalar. Conclusão: Entre os RNPT que tiveram alta hospitalar com sonda, os fatores preditores mais prevalentes no desfecho com ASHA NOMS nível 1 são: displasia broncopulmonar, cirurgia de persistência do canal arterial, malformações de via aérea e cardiopatias, e malformações estruturais. O fator preditor associado ao nível 2 foi hemorragia intraperiventricular grau IV. Ao ASHA NOMS nível 3 relacionam-se sepse tardia e enterocolite necrosante. Nenhum fator foi predominante ao nível 4.. Dois RNPT, apresentaram ASHA NOMS nível 5, o que sugere liberação de via oral, entretanto tiveram alta com sonda devido a recusa alimentar. ...
Instituição
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Instituto de Psicologia, Serviço Social, Saúde e Comunicação Humana. Faculdade de Odontologia. Curso de Fonoaudiologia.
Coleções
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TCC Fonoaudiologia (174)
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