Corpos aletúrgicos : a vontade de matar como regime de verdade das práticas de segurança
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Data
2024Tipo
Outro título
Cuerpos aletúrgicos : el deseo de matar como régimen de verdad en las prácticas de seguridad
Alethurgic bodies : the will to kill as a regime of truth in security practices
Assunto
Resumo
Este artigo objetiva o enfrentamento da branquitude que, em uma sociedade organizada pelo racismo, produz lugares de privilégio nas relações de poder e, neste trabalho, foi tomada como o elemento que articula a violência incontornável e a vontade de matar, no âmbito das práticas de segurança. Metodologicamente, fazemos uso de cenas como ferramentas de mobilização das narrativas urbanas da/sobre a violência que nos permitem analisar os regimes de verdade que possibilitam empreender uma ontologia ...
Este artigo objetiva o enfrentamento da branquitude que, em uma sociedade organizada pelo racismo, produz lugares de privilégio nas relações de poder e, neste trabalho, foi tomada como o elemento que articula a violência incontornável e a vontade de matar, no âmbito das práticas de segurança. Metodologicamente, fazemos uso de cenas como ferramentas de mobilização das narrativas urbanas da/sobre a violência que nos permitem analisar os regimes de verdade que possibilitam empreender uma ontologia do presente e dos processos de subjetivação a partir do incomodamento: como se constitui e se mantém a eficácia da letalidade? As análises permitem argumentar que, no Brasil, opera-se uma violência incontornável, que se sustenta nas lógicas da branquitude, produzindo espaços de criminalidade e matabilidade. Nessa conjuntura, sustentamos que branquitude e seus privilégios fazem o vínculo entre a incontornabilidade da violência e a vontade de matar, as quais constituem corpos aletúrgicos, no âmbito das práticas de segurança. ...
Resumen
Este artículo tiene como objetivo confrontar la blanquitud que, en una sociedad organizada por el racismo, produce lugares de privilegio en las relaciones de poder y, en este trabajo, fue tomada como el elemento que articula la violencia inevitable y la voluntad de matar en el contexto de las prácticas de seguridad. Metodológicamente utilizamos las escenas como herramientas para movilizar narrativas urbanas de/sobre la violencia, que nos ayudan a analizar los regímenes de verdad que permiten em ...
Este artículo tiene como objetivo confrontar la blanquitud que, en una sociedad organizada por el racismo, produce lugares de privilegio en las relaciones de poder y, en este trabajo, fue tomada como el elemento que articula la violencia inevitable y la voluntad de matar en el contexto de las prácticas de seguridad. Metodológicamente utilizamos las escenas como herramientas para movilizar narrativas urbanas de/sobre la violencia, que nos ayudan a analizar los regímenes de verdad que permiten emprender una ontología del presente y los procesos de subjetivación basados en la amonestación: ¿cómo se constituye y se mantiene la eficacia de la letalidad? Los análisis nos permiten argumentar que, en Brasil, hay violencia inevitable, que se basa en las lógicas de la blanquitud, produciendo espacios de criminalidad y matabilidad. En esta coyuntura, sostenemos que la blanquitud y sus privilegios forman el vínculo entre la ineludibilidad de la violencia y el deseo de matar, que constituyen cuerpos aletúrgicos en el contexto de las prácticas de seguridad. ...
Abstract
This article aims to confront whiteness, which, in a society organized by racism, produces places of privilege in power relations and, in this work, was taken as the element that articulates unavoidable violence and the will to kill in the context of security practices. Methodologically, we use scenes as tools for mobilize urban narratives of/about violence, which allow us to analyze the regimes of truth that make it possible to undertake an ontology of the present and of the processes of subje ...
This article aims to confront whiteness, which, in a society organized by racism, produces places of privilege in power relations and, in this work, was taken as the element that articulates unavoidable violence and the will to kill in the context of security practices. Methodologically, we use scenes as tools for mobilize urban narratives of/about violence, which allow us to analyze the regimes of truth that make it possible to undertake an ontology of the present and of the processes of subjectivation based on the disturbance: how is the effectiveness of lethality established and maintained? The analyses allow us to argue that, in Brazil, there is an unavoidable violence operates that is sustained by the logic of whiteness, producing spaces of criminality and killability. In this context, we argue that whiteness and its privileges create the link between the inescapability of violence and the will to kill, which constitute aleturgical bodies within the scope of security practices. ...
Contido em
Psicologia & sociedade. São Paulo. Vol. 36 (2024), e274374, p. 1-14
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